Filha na FIEB-ITB é como uma “viagem ao tempo”, relata ex-aluno
04/01/2018 - 11h09

Cleber Santos Russo estudou Processamento de Dados e hoje a filha de 15 anos cursa Informática. “Não tive dúvidas de recomendar a FIEB-ITB, pois já conhecia e sabia da qualidade”, conta

Uma entidade que perdura por gerações. Assim pode ser classificada a Fundação Instituto de Educação de Barueri (FIEB) quando se trata do exemplo da família Russo. Cleber Santos Russo, de 35 anos, concluiu o antigo curso Processamento de Dados e hoje vê a filha Mariana Pieslak Russo, de 15, seguindo caminho similar na mesma instituição. Contudo, a menina optou pelo curso de Informática.

Questionado sobre qual a sensação de ver sua filha estudando na FIEB-ITB hoje, ele compara como uma viagem ao tempo. “Fico muito feliz de ver o brilho nos olhos da minha filha ao me contar das aulas que está tendo. É como se eu voltasse no tempo e vivesse novamente as experiências que tive lá. Meu irmão mais velho estudou Edificações na FIEB-ITB, eu estudei Processamento de Dados e agora minha filha”, explica com empolgação ao lembrar do papel da Fundação em sua família.

Cleber conta que incentivou a filha a buscar pelo ensino técnico porque acredita que o curso oferece mais recursos para o mercado de trabalho se comparado com o ensino tradicional. Ele explica que acompanhou os estudos de Mariana, incluindo os simulados disponíveis online e das dicas de como se comportar durante as provas. “A escolha do curso eu deixei para ela fazer”, esclarece. “Mas confesso que devo ter contado sobre o curso de Informática com um pouco mais de ênfase, pois achava que ela curtiria tanto quanto eu”, admite.

Embora Mariana tenha prestado e passado no Vestibulinho da FIEB-ITB e na ETEC Osasco, a escolha ficou por conta da Fundação barueriense. “Como ela passou nas duas, não tive dúvidas de recomendar a FIEB, pois já conhecia e sabia da qualidade. Hoje posso dizer que ela está bem feliz com a escolha”, assegura Cleber.

Em seu período na Fundação, Cleber revela que o aprendizado o ajudou a encontrar seu primeiro emprego, empresa na qual ficou por mais de oito anos e definiu a carreira que segue até hoje. “Pouco antes de me formar fui convidado a trabalhar em uma empresa de pesquisa de mercado que precisava de um programador. Nesta empresa acabei conhecendo o mundo de pesquisa e Marketing que é a área que estou trabalhando até hoje”, conclui.